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Glossário de frete e gestão de frotas

52 termosAtualizado em 15 de outubro de 2026

Arla 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo)

Solução de ureia em água desmineralizada usada pelos caminhões a diesel com sistema SCR (redução catalítica seletiva) para reduzir a emissão de óxidos de nitrogênio. Não é combustível, mas é custo variável por km.

Averbação do seguro de carga

Aviso à seguradora de cada embarque, com tipo, valor, origem e destino da carga, pelo conhecimento de transporte ou pelo documento fiscal. Pela Resolução CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) 472/2024, todo embarque tem de ser averbado antes de o caminhão sair, em sequência numérica, e deixar de averbar um só libera a seguradora de pagar qualquer indenização. Veja o guia de seguro de carga.

Bitrem

Composição em que um cavalo mecânico puxa dois semirreboques ligados em sequência, o segundo engatado no primeiro. Leva mais carga por viagem que uma carreta simples e entra na tabela de piso mínimo da ANTT pelo número de eixos da composição.

Carga lotação (frete lotação)

Operação com um único contratante usando o veículo em exclusividade, entre uma origem e um destino, com um só conhecimento de transporte ou nota fiscal. Nela vale o piso mínimo de frete da ANTT: no cadastro do CIOT (código da operação de transporte), o sistema não gera o código se o frete ficar abaixo do piso. A carga fracionada fica fora. Veja o guia do piso mínimo.

Carnê-leão do caminhoneiro autônomo

Recolhimento mensal do imposto de renda feito pelo próprio contribuinte pessoa física. Para o transportador autônomo sem CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), entra o frete recebido de pessoa física, e a Receita Federal considera tributável, no mínimo, 10% do total dos fretes e carretos de carga, enquanto o próprio dono ou locatário do veículo faz o serviço. Mais no guia do MEI Caminhoneiro.

Carreta

Nome popular do semirreboque, a parte que leva a carga e é puxada pelo cavalo mecânico. No dia a dia também se chama de carreta o conjunto inteiro. Ela tem placa e licenciamento anual próprios, separados do cavalo.

Cavalo mecânico

Caminhão trator, sem carroceria, feito para puxar semirreboques engatados na quinta roda. É nele que ficam o motor, a cabine e o tanque de diesel; por isso a média de consumo e boa parte da manutenção se controlam por cavalo.

CC (coeficiente de custo de carga e descarga)

Parte fixa da fórmula do piso mínimo de frete da ANTT, em reais por viagem, que remunera o tempo de carga e descarga. Varia por tipo de carga e número de eixos. Fórmula: Piso = (distância × CCD) + CC. Os valores em vigor estão no Anexo II da Resolução ANTT 5.867/2020.

CCD (coeficiente de custo de deslocamento)

Parte da fórmula do piso mínimo de frete que varia com a distância, em reais por quilômetro. Multiplicado pelos km da viagem e somado ao CC, dá o piso: Piso = (distância × CCD) + CC. Os valores por tipo de carga e eixos são publicados pela ANTT.

CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte)

Código gerado quando a operação de transporte é cadastrada no sistema da ANTT, antes de a carga sair. Pela regulamentação da agência, desde 24/05/2026 é obrigatório em toda operação de transporte rodoviário remunerado de cargas, e não só na contratação de autônomo; a Lei 15.485/2026 levou a obrigação para a lei, com multa de R$ 10.500,00. Veja o guia do CIOT.

Comissão do motorista

Valor pago ao motorista por viagem, em geral um percentual sobre o frete combinado entre as partes. É custo da viagem e precisa entrar na conta da margem; esquecer a comissão faz a viagem parecer mais lucrativa do que foi.

CPK (custo por quilômetro rodado)

Quanto cada quilômetro custa a um caminhão. Fórmula: CPK = custo total do período ÷ km rodados no período. Inclui custos variáveis (diesel, Arla, pneus, manutenção) e fixos rateados (depreciação, seguro, IPVA, salário). A média da frota esconde o caminhão mais caro.

CPK do pneu (custo por quilômetro do pneu)

Quanto o pneu custa por km rodado: o preço dele ÷ os km que rodou. Com recapagem, soma-se o preço do pneu novo e o de todas as recapagens e divide-se pelos km de toda a vida do pneu. No exemplo da calculadora, o pneu novo sozinho sai a R$ 0,0356 por km e, recapado uma vez, a R$ 0,0269. Compare os seus na calculadora de recapagem ou pneu novo.

CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo)

Documento que prova o licenciamento anual do veículo no Detran (departamento de trânsito) do estado onde ele está registrado. O Código de Trânsito exige licenciamento de todo veículo automotor, reboque e semirreboque, então o cavalo e cada carreta têm vencimento próprio. Rodar com veículo não licenciado é infração gravíssima, com remoção do veículo. Acompanhe no guia de manutenção e documentos.

CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico)

Documento fiscal digital, modelo 57, emitido pelo transportador para registrar a prestação do serviço de transporte de carga. Tem validade jurídica pela assinatura digital do emitente e substituiu os conhecimentos em papel. Nele aparecem remetente, destinatário, tomador e valor do frete.

CTC (Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas)

Categoria do RNTRC para a sociedade cooperativa, formada por pessoas físicas ou jurídicas, que exerce o transporte rodoviário de cargas, conforme a Lei 11.442/2007. É uma das três categorias de inscrição, ao lado do TAC e da ETC.

Custo fixo

Custo que existe mesmo com o caminhão parado: depreciação, seguro, IPVA, licenciamento, salário fixo e rastreamento, entre outros. Para chegar ao custo por km, some os fixos do mês e divida pelos km rodados; quanto menos o caminhão roda, mais cada km carrega.

Custo variável

Custo que cresce com a distância e quase some com o caminhão parado. Na metodologia de piso mínimo da ANTT, entram combustível, Arla 32, pneus e recauchutagem, manutenção, lubrificantes, lavagem e graxa. O diesel costuma ser a maior parcela.

DAS do MEI Caminhoneiro

Guia mensal (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) que o MEI paga mesmo no mês sem frete. Para o MEI Caminhoneiro, em 2026, fica entre R$ 195,52 e R$ 200,52: 12% do salário mínimo de R$ 1.621,00, mais R$ 1,00 de ICMS (imposto estadual) e/ou R$ 5,00 de ISS (imposto municipal), conforme a ocupação. Gere só no programa oficial da Receita; veja o guia do MEI Caminhoneiro.

Depreciação

Perda de valor do caminhão com o tempo e o uso. Uma conta prática: (valor de compra − valor estimado de revenda) ÷ meses em que vai ficar com o veículo. O resultado mensal entra no custo fixo e é rateado pelos km rodados.

Descanso diário do motorista (11 horas)

Pelo Código de Trânsito, o motorista profissional do transporte de cargas, empregado ou autônomo, precisa de 11 horas de descanso dentro de cada 24 horas e só pode iniciar viagem depois de cumpri-las. O STF (Supremo Tribunal Federal), na ADI (ação direta de inconstitucionalidade) 5322, derrubou o fracionamento dessas horas, com efeito desde 12/07/2023. Sem o descanso, o caminhão fica retido até completá-lo. Veja o guia de jornada e descanso.

Diesel S10

Óleo diesel rodoviário com teor máximo de enxofre de 10 mg/kg, conforme a Resolução ANP 968/2024. O outro diesel rodoviário vendido no país é o S500. O tipo exigido por cada motor está no manual do fabricante.

Eixos carregados

Número de eixos da composição usado para escolher a linha da tabela de piso mínimo de frete. As regras sobre como contar, inclusive eixos suspensos e casos especiais, estão na Resolução ANTT 5.867/2020; na dúvida, use a calculadora oficial da ANTT.

Estadia (tempo de espera na carga e descarga)

Valor que o transportador, autônomo ou empresa, recebe quando a carga ou a descarga passa de 5 horas, contadas da chegada do caminhão (Lei 11.442/2007, art. 11). Em 2026, são R$ 2,50 por tonelada/hora ou fração, valor da página da ANTT atualizada em 13/05/2026, calculado sobre a capacidade total do veículo, não sobre o peso carregado. Veja a conta no guia de tempo de espera.

ETC (Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas)

Categoria do RNTRC para a pessoa jurídica que tem no transporte rodoviário de cargas a sua atividade principal, conforme a Lei 11.442/2007. A ANTT também registra a ETC equiparada a TAC, com regras próprias definidas pela agência.

Frete de retorno

Carga que o caminhão leva na volta, depois de entregar a carga da ida. Costuma pagar menos que a ida, mas deixa o ciclo melhor que a volta vazia quando cobre pelo menos o custo variável da volta carregada: diesel, manutenção, pneus, comissão, alimentação e pedágio que não venha no vale-pedágio. Se for lotação, respeita o piso mínimo. Faça a conta no guia de frete de retorno.

km/L (quilômetros por litro)

Média de consumo do caminhão: km rodados ÷ litros abastecidos. O método confiável é de tanque cheio a tanque cheio, anotando o hodômetro nos dois abastecimentos. Compare sempre com o histórico do próprio caminhão, na mesma rota e com carga parecida.

Manutenção preventiva

Serviço feito antes da falha, em intervalos definidos por quilometragem ou tempo, o que vier primeiro, conforme o manual do fabricante. Troca de óleo e filtros, freios e pneus são exemplos. Custa menos que a corretiva feita na estrada, que soma guincho e dias parado.

Margem da viagem

Quanto sobra do frete depois dos custos, em percentual. Fórmula: margem = (frete − custos da viagem) ÷ frete × 100. Os custos incluem diesel, pedágio não coberto por vale-pedágio, comissão do motorista, manutenção por km e outras despesas do trecho.

Margem de contribuição por km

O que sobra de cada km rodado depois de pagar o custo variável (diesel, pneu, manutenção, Arla 32): frete médio por km − custo variável por km. É ela que paga os custos fixos. No exemplo da calculadora, com frete de R$ 6,20 e custo variável de R$ 3,63 por km, a contribuição é de R$ 2,57 por km. Use a sua na calculadora de ponto de equilíbrio.

MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais)

Documento fiscal digital que vincula os documentos fiscais transportados, como CT-e e notas fiscais, à unidade de carga usada na viagem. Tem validade jurídica pela assinatura digital do emitente. Os casos de obrigatoriedade estão na legislação fiscal e no portal do MDF-e.

MEI Caminhoneiro

MEI (microempreendedor individual) do transportador autônomo de cargas, criado pela Lei Complementar 188/2021. O limite de faturamento é de R$ 251.600,00 por ano, contra R$ 81.000,00 do MEI comum, e só entra quem exerce as ocupações da Tabela B do Anexo XI da Resolução CGSN (Comitê Gestor do Simples Nacional) 140/2018, com no máximo um empregado. Veja as regras no guia do MEI Caminhoneiro.

Pedágio

Tarifa cobrada nas rodovias concedidas, que no caminhão varia com o número de eixos. No transporte de carga, a Lei 10.209/2001 obriga o contratante a antecipar o valor por meio do vale-pedágio; o que não for coberto entra como custo da viagem.

PGR (Plano de Gerenciamento de Risco)

Documento combinado entre o transportador e a seguradora que lista as regras de operação para a carga ficar coberta, como rastreamento, locais de parada ou consulta de motorista. A Lei 11.442/2007 exige que os seguros de carga obrigatórios contra acidente e contra roubo (RCTR-C e RC-DC) estejam ligados a um PGR; descumprir o plano põe o pagamento do sinistro em risco. Mais no guia de seguro de carga.

Piso mínimo de frete

Valor mínimo por viagem definido pela ANTT com base na Lei 13.703/2018. Fórmula: Piso = (distância × CCD) + CC, conforme tipo de carga e eixos. Segundo a ANTT, o piso não inclui lucro nem diversas despesas indiretas. Coeficientes atualizados pela Resolução ANTT 6.084/2026.

Ponto de equilíbrio do caminhão

Quantidade de km que o caminhão precisa rodar no mês para a receita cobrir todo o custo, fixo e variável. Fórmula: custo fixo do mês ÷ (frete médio por km rodado − custo variável por km). Abaixo dele, o mês fecha no prejuízo; acima, sobra resultado. Se ele passa do que o caminhão consegue rodar, o problema é frete baixo ou custo alto. Calcule na calculadora de ponto de equilíbrio.

RC-DC (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga)

Seguro obrigatório do transportador que paga a carga que some por roubo, furto, apropriação indébita, estelionato ou extorsão, inclusive mediante sequestro. É exigido desde a Lei 14.599/2023, precisa estar ligado a um plano de gerenciamento de risco (PGR) e tem teto por veículo escolhido na apólice: carga acima desse limite fica descoberta. Detalhes no guia de seguro de carga.

RC-V (Responsabilidade Civil de Veículo)

Seguro obrigatório dos danos corporais e materiais que o caminhão causa a terceiros. A lei fixa cobertura mínima de 35.000 DES (direitos especiais de saque, unidade de conta do Fundo Monetário Internacional) para danos corporais e 20.000 DES para materiais, e permite uma apólice para a frota toda. Na subcontratação do autônomo, o contratante faz o RC-V por viagem, em nome dele. Mais no guia de seguro de carga.

RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga)

Seguro obrigatório do transportador que paga a carga perdida ou danificada por colisão, abalroamento, tombamento, capotamento, incêndio ou explosão do veículo. É exigido de todo transportador remunerado desde a Lei 14.599/2023, sai vinculado ao registro dele na ANTT e não pode ter franquia na cobertura básica. Quando o autônomo é subcontratado, quem paga é o contratante. Veja o guia de seguro de carga.

Reajuste do frete pelo diesel

Repasse da alta do combustível ao frete combinado: variação do preço do diesel × parte que o diesel pesa no frete. Se o diesel sobe 5% e pesa 44% do frete, o frete sobe 2,2%. No piso mínimo, a Lei 13.703/2018 obriga a ANTT a reajustar em até três dias úteis se o diesel oscila 5% ou mais; acima dele, vale o contrato. Use a calculadora de reajuste pelo diesel.

Recapagem de pneu

Serviço que faz o casco de um pneu de caminhão rodar mais um ciclo de km. Só vale em casco aprovado na inspeção do recapador e compensa quando baixa o custo por km da vida do pneu: no exemplo da calculadora, uma recapagem que custa 34% do pneu novo e rende 78% dos km dele reduz o custo por km em 24,4%. Teste na calculadora de recapagem ou pneu novo.

Retorno vazio

Trecho em que o caminhão volta sem carga depois de uma entrega. Gasta diesel, pedágio, pneu e tempo do motorista sem gerar receita, por isso precisa entrar na conta da viagem de ida. No piso mínimo da ANTT, o retorno vazio só é remunerado em transporte de contêiner e em frota dedicada ou fidelizada, a 92% do CCD vezes a distância da volta (Resolução ANTT 5.867/2020). Veja o guia de frete de retorno.

RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas)

Cadastro da ANTT criado pela Lei 11.442/2007. A inscrição é obrigatória para quem faz transporte rodoviário remunerado de cargas, nas categorias TAC, ETC ou CTC. Com a redação dada em 2026, a lei prevê revalidação anual, na forma regulamentada pela ANTT.

Tabela ANTT

Nome popular dos coeficientes de piso mínimo de frete publicados pela ANTT no Anexo II da Resolução 5.867/2020, por tipo de carga e número de eixos. A atualização mais recente é da Resolução ANTT 6.084, de 16 de julho de 2026. A calculadora oficial está em calculadorafrete.antt.gov.br.

TAC (Transportador Autônomo de Cargas)

Categoria do RNTRC para a pessoa física que tem no transporte rodoviário de cargas a sua atividade profissional, conforme a Lei 11.442/2007. O caminhoneiro autônomo é inscrito como TAC e a contratação dele envolve obrigações próprias, como o CIOT.

TAC-agregado

Transportador Autônomo de Cargas (TAC) que põe o caminhão próprio ou em sua posse a serviço de um contratante, com exclusividade e remuneração certa, dirigindo ele mesmo ou por um preposto (Lei 11.442/2007, art. 4º). A lei não fixa prazo nem percentual; no cadastro do CIOT (código da operação de transporte), a ANTT vincula o veículo ao contratante por 10 a 30 dias. Compare no guia sobre agregado e independente.

TAC-independente

Transportador Autônomo de Cargas (TAC) que presta serviço de forma eventual, sem exclusividade, com o frete ajustado a cada viagem (Lei 11.442/2007, art. 4º). Quem define se o autônomo trabalha como independente ou agregado é o contrato com a transportadora ou com o embarcador. Desde a Lei 15.485/2026, a lei diz que a remuneração dele deve observar o piso mínimo de frete. Compare no guia sobre agregado e independente.

Tacógrafo

Registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo, instalado no caminhão. É um dos meios que o Código de Trânsito aceita para registrar o tempo de direção e de descanso do motorista, e é o primeiro que o agente confere na fiscalização: diário de bordo ou ficha de trabalho só valem quando o disco ou a fita não comprovam. Veja o guia de jornada e descanso.

Tempo de direção

Período em que o motorista está efetivamente ao volante; fila, doca e refeição não contam. Pelo art. 67-C do Código de Trânsito Brasileiro, o limite é de 5 horas e meia seguidas, com 30 minutos de descanso dentro de cada 6 horas de condução, para empregado e autônomo. Exceder é infração média, de R$ 130,16 e 4 pontos, com retenção do caminhão. Detalhes no guia de jornada e descanso.

Tomador do serviço

Quem contrata o transporte e responde pelo pagamento do frete. No CT-e, o tomador pode ser o remetente, o destinatário, o expedidor, o recebedor ou um terceiro. É dele a cobrança, e a conta de margem depende de quando ele paga.

Truck

Caminhão rígido, com a carroceria montada no próprio chassi, que tem dois eixos traseiros além do dianteiro. Leva mais carga que o toco, de um eixo traseiro, e não se separa do implemento como o cavalo mecânico.

Vale-pedágio obrigatório

Antecipação, pelo contratante, do valor do pedágio da viagem ao transportador, instituída pela Lei 10.209/2001 e regulamentada pela Resolução ANTT 6.024/2023. O valor não faz parte do frete; as formas de pagamento aceitas e as penalidades estão na página da ANTT.

Faça a conta com os números da sua frota

A calculadora mostra a margem de uma viagem em segundos. O FroX guarda cada viagem e cada despesa para a conta sair sozinha, caminhão por caminhão.